A felicidade não é sobre TER, é sobre SER e SENTIR.
Mas… como podemos chegar até ela?
Através do nosso poder pessoal, de conseguirmos trabalhar os nossos medos, crenças limitadoras e barreiras mentais. Aprendermos a navegar nas nossas emoções e a olhar para dentro de nós.
E é assim que se constrói a felicidade. Ela é um processo — e isso tem muita beleza.
Muitas vezes, a falta de propósito e a exaustão mental levam-nos àquela sensação de vazio e de estarmos perdidos.
Se não estão felizes no vosso trabalho, se se sentem perdidos e sem coragem para mudar: esta é a entrevista para vocês. Aqui, a Madalena Carey, fundadora da Happiness Business School, explica como é importante promover o bem-estar e a felicidade dos colaboradores dentro das empresas, melhorando a cultura organizacional e a qualidade das relações profissionais.

MADALENA CAREY




A felicidade no trabalho assenta, principalmente, em dois pilares:
A cultura organizacional, por vezes, deteriora a nossa saúde — principalmente a mental. Muitas vezes, ela está doente devido a:
A exaustão mental que muitos de nós sentimos deve-se também ao facto de estarmos habituados a acreditar que “trabalhar muitas horas é um ato heroico” e que explorar ao máximo todos os nossos recursos é algo natural.
Contudo, o bem-estar emocional, psicológico e físico exige observação interna. Temos crenças limitadoras que resultam de uma vida inteira de experiências, padrões e coisas que ouvimos. E precisamos de desconstruir tudo isso.
O que achas que não é possível?
O que é que te impede?
É urgente promover a elasticidade mental nas pessoas e quebrar o mindset de escassez. Não tomar decisões com medo do que vai faltar ou do que os outros vão pensar de nós.
A tua vida é aquilo que decides fazer dela, a cada escolha.