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A nossa árvore de Natal é um pinheiro vivo e é Do Bem. Percebe porquê!

pinheiro vivo

É isso mesmo: o nosso pinheiro de Natal é um pinheiro vivo e é DoBem! E queremos muito que conheças a sua história. É que, para além da nossa árvore estar — e ir continuar — viva, de voltar para a Natureza e poder ser replantada, escolhemos fazer as nossas próprias decorações com materiais que reaproveitamos. Vamos contar-te tudo!

O Natal está chegar e uma das tradições mais adoradas desta época é a decoração da árvore de Natal. Embora muitos optem por árvores de Natal artificiais, há algo de mágico num pinheiro natural. No entanto, quando é chegada a altura de se escolher uma árvore perfeita, é essencial considerar todas as opções e reconhecer que nem todo pinheiro é vivo, mesmo que seja natural.

O pinheiro vivo

A escolha entre um pinheiro natural e um artificial já não deixa grandes dúvidas: há quem reaproveite o seu pinheiro artificial de ano para ano porque, apesar de ser feito de materiais como o plástico, não suja, pode ser reutilizado por muitos anos e acaba por ser um investimento que rentabiliza. A verdade é que cada vez mais famílias optam por pinheiros naturais. As razões são inúmeras, desde a recordação da infância, ao fato de querermos uma árvore natural em casa, por questões solidárias (como é o caso da iniciativa Pinheiro Bombeiro) ou por razões de sustentabilidade ambiental.

Quando pensamos em fazer a nossa árvore de Natal a nossa escolha foi clara: queríamos um pinheiro natural! Mas foi aí que percebemos que “natural” não é sinónimo de “vivo”. Queríamos um pinheiro vivo, que pudesse ser devolvido à Natureza, que é como quem diz, replantado. Pesquisa para aqui e telefonema para ali: sim, os pinheiros vivos são alugados com as raízes ainda intactas, permitindo que o mesmo seja plantado, na altura certa, depois das festas.

Escolhemos o pinheiro vivo da Planta Livre

Conhecemos a Planta Livre e soubemos que eles tinham exatamente o que procurávamos: um pinheiro DoBem, com raízes e vaso — com todas as condições para que a árvore se mantivesse confortável e saudável até ser plantada novamente. Ainda fomos a tempo de conseguir o nosso porque, por norma, o stock é muito solicitado e a campanha acaba por encerrar depressa. Se estiveres interessada/o nesta opção, para o ano, coloca na tua agenda um alerta para o fim de outubro.

Com foco na preservação das espécies Abies nordmanniana e Picea abies, a causa “Pinheiro Vivo” defende a sustentabilidade ambiental, tendo como principal objetivo desmistificar a utilização pontual dos pinheiros de Natal, através de uma opção mais viável e ecológica.

Depois de viver a época natalícia, o pinheiro será devolvido à natureza numa floresta ou pinhal português, contribuindo para o enriquecimento das nossas serras.

É um investimento que sentimos valer a pena uma vez que nos sentimos a contribuir para uma causa. O valor deste “aluguer” engloba a entrega pela empresa — de forma a que a nossa árvore tenha todos os cuidados pretendidos —, a recolha e posterior plantação.

As decorações DoBem

Escolhemos o pinheiro de coração cheio — um pinheiro vivo para vibrar connosco da forma que queremos e gostamos — e, agora, precisávamos de uma decoração na mesma medida! Queríamos uma decoração sustentável, que envolvesse dedicação e carinho da nossa parte e, por isso, convidámos alguém que é professor e muito dedicado à educação ambiental, o Ayala, para nos ajudar e inspirar e pusemos “mãos à obra”. É que, apesar de termos sempre muito volume de trabalho e necessidade de foco, a época natalícia é perfeita para nos relembrar que, por vezes, temos de parar, respirar, partilhar e viver. Mergulhar em momentos de criatividade em que apenas absorvemos o que estamos ali a fazer e aproveitamos a jornada.

Materiais que usámos:

  • Laranja desidratada — que a Daniela roubou ao filho, que adora comê-las e diz que sabe a chocolate
  • Cápsulas de café — que despejámos
  • Garrafinhas de sumo — que limpámos e às quais retiramos as etiquetas
  • Leguminosas e cereais secos — diretas da despensa da Isabel, para enchermos as garrafinhas
  • Rolos de papel higiénico — que recortámos em forma de anjo
  • Rolos de tecido — que serviam para embrulhos mas que ficaram muito melhor ali
  • Enfeites em cartão — que vieram de materiais encontrados na reciclagem da rua, pelo Ayala. Por exemplo, tivemos um cartaz de um restaurante do qual retirámos as palavras que mais gostámos e um cartão muito “flash” prateado, onde escrevemos palavras que nos pareceram bem
  • Luzes que são LEDs e que reaproveitamos todos os anos

É engraçado como tudo em conjunto até foi feito tão rápido. E confesso que eu, a pessoa que está a escrever este texto e que se considera criativa – estava um pouco em modo Grinch com isto tudo! Tesouras e cola e fitinhas e recortes e ai que nervos! Mas acabou por ser tão bom, tranquilo e bonito que espero replicar este momento: «vamos criar as nossas decorações» todos os anos.

É isso mesmo: o nosso pinheiro...

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